Paroles Istambul de MáƒÂ£o Morta

MáƒÂ£o Morta
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  • Artiste: MáƒÂ£o Morta26996
  • Chanson: Istambul
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Textes et Paroles de Istambul





Istambul, 2.45 da manhá£. O ininteligá­vel vozear da turba multicolorida do Grande Bazaar, na sua azá¡fama mercantil, e o insistente zumbido provocado pela amá¡lgama de apitos e motores dos veá­culos a cruzarem a ponte Galata, deram lugar á  quietude. Da janela do quarto avista-se o porto e as milhentas luzes dos navios ancorados; a cidade mergulha em socalcos até ao Bósforo, com os minaretes das mesquitas a riscarem o céu. Está¡ um calor infernal, abafado. Uma ligeira aragem transporta uma longá­nqua caná§á£o á¡rabe, que entra pelo quarto na sua hipnótica languidez... De repente, um grito!
Istambul, 2.45 da manhá£. O mar está¡ a dormir, um braá§o dependurado para fora do leito. Era o que ele, Mustafá¡, devia estar a fazer. Mas o maldito calor e a excitaá§á£o em que se encontra impedem-no de adormecer. Até ao momento, tudo correra bem - já¡ tinham a loira que o Emir Alif Keita encomendara e, a julgar pela amostra, ele ia ficar satisfeito. No entanto, ná£o conseguia deixar de se preocupar com o dia seguinte, com a longa jornada de Istambul até ao Emirato - mais uma vez, pá´s-se a rever mentalmente o percurso, sobretudo as partes mais complicadas como a passagem para o Irá£o ou a tomada do barco em Linga. Mas, com a ajuda de Alá¡, havia de correr tudo bem. Reconfortado por este pensamento, Mustafá¡ comeá§a a ceder ao cansaá§o, os olhos a fecharem, a cabeá§a a pender... De repente, um grito!
Istambul, 2.45 da manhá£. Ná£o entendia como pudera acompanhar tá£o facilmente os dois turcos que conhecera no jardim da universidade. በverdade que se sentia particularmente excitada, depois de uma manhᣠde compras com todas aquelas má£os que aproveitavam para a afagar enquanto a ajudavam a provar uma peá§a de roupa ou um artefacto de joalheria, mas isso ná£o explicava a leviandade com que os seguira. Tinha sido bom, é certo, mas devia ter-se precavido, avisado alguém - qualquer coisa menos ter ido como fora. Agora, aprisionada, sem saber o que querem dela ou o que lhe poderá¡ acontecer, ná£o há¡ ninguém para dar pela sua falta.
Mesmo que do hotel participem o seu desaparecimento, ná£o deixou qualquer pista que permita encontrá¡-la. Está¡ entregue a si própria. E o raio das cordas que está£o tá£o bem apertadas... De repente, um grito! O seu grito.


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